sábado, 20 de maio de 2017

Playlist de Maio!

Desde a última vez em que postei uma playlist nesse blog descobri um montão de sons novos, e quis compartilhar alguns deles aqui hoje. A listinha ta eclética como sempre ok? Começa com o indie pop da Marina and The Diamonds, que eu já conhecia mas me apaixonei só agora, e passa por um dos novos hits do Paramore (minha banda favorita dos 11 anos de idade, que até hoje não sai dos meus fones de ouvido). Aliás, eles estão lançando álbum novo meu povo, aleluia! O estilo visual do clipes e das músicas mudou um pouco, mas está tão bom quanto sempre foi (ou ainda melhor). Ah, e falando em novo, a Miley Cyrus e o Harry Styles conseguiram entrar pra essa playlist também e isso eu não imaginava ser possível. Os dois estão fazendo um som bem diferente do habitual, principalmente o Harry, que tá em uma vibe indie e mais madura, e que lançou um clipe maravilhoso recentemente ♥

Têm também meu mozão Tom Odell com uma de suas músicas calminhas (essa é da trilha sonora de ACDE), uma versão de Glee que eu resgatei do túnel do tempo e outras coisas muitos boas nessa lista. Dá o play ai!

Marina and The Diamonds - Teen Idle
Marina and The Diamonds - How To Be a Heartbreaker 
Marina and The Diamonds - Bubblegum Bitch
Paramore - Hard Times
Luis Fonsi, Daddy Yankee feat Justin Bieber - Despacito
Elle King - Ex's & Oh's
Miley Cyrus - Malibu
Harry Styles - Sign of the Times
Tom Odell - Long Way Down
Glee - Keep Holdin' On
Rihanna - Love On The Brain
Anavitória - Singular
Manu Gavassi - Hipnose
Banda Uó - Sauna
Elza Soares - Mulher do Fim do Mundo

Meu estilo musical é bem louco, como você pode perceber por essa playlist que começa no indie e vai até o técnobrega e a MPB. Então, se você quer me indicar uma música que está gostando muito atualmente, pode deixar aqui nos comentários que eu com certeza vou ouvir ok?

Um beijão e até o próximo post ♥

O céu ainda é azul, você sabe

A alguns dias eu e uma amiga fomos visitar a exposição ''O céu ainda é azul, você sabe''. Uma professora nossa havia recomendado, já que as obras em exibição são criadas por ninguém menos que a Yoko Ono, e isso acabou despertando nossa curiosidade. Ah, mas não se engane ein? O relacionamento dela com o John Lennon não tem nenhuma menção na mostra, o foco mesmo é o trabalho dessa artista e como suas peças sempre convidam aquele que as observa a interagir e completa-las. 

Confesso que pelo que tinha ouvido falar da exposição, acreditava que ela teria uma proposta inteiramente feminista, mas na realidade as mensagens passadas são as mais diversas. Isso não me decepcionou nem um pouquinho e, para falar a verdade, pela primeira vez uma exposição mexeu comigo. Sejamos sinceros né? Nem sempre a proposta passada em obras de arte fica clara e, por mais que vejamos alguma beleza naquilo, é difícil ser tocado sem entender do que realmente se trata. 
Bem na entrada do Instituto Tomie Ohtake (que fica em Pinheiros) já nos deparamos com uma das instruções de Yoko (que esqueci de fotografar, mas vocês podem ver aqui) e quanto mais avançamos por as salas do espaço, mais nos deparamos com esses convites para também nos tornarmos arte. Demorei para entender que nem todas as peças ali eram palpáveis. Algumas eram ações que os visitantes deveriam tomar, não dentro do museu, mas sim em suas vidas.
Minhas peças favoritas foram a ''Imagine a Paz'', onde precisamos carimbar a paz em lugares que precisam dela (ou seja, em todo um mapa); a ''árvore dos pedidos para o mundo'', onde cada visitante é convidado a anotar um pedido em um papel e pendura-lo na árvore com um barbante (é bem divertido e inspirador ler com o que as outras pessoas sonham); e a “escreva suas memórias sobre a sua mãe”, que não precisa de explicação né? hehe. Essa última, em especial, foi a que mais me tocou, bateu até uma vontadinha de chorar quando escrevia sobre minha mãe em alguns post-it's e lia o que outras pessoas escreverem. O serzinho de luz é a nossa mãe né gente?
Outro coisa interessante na exposição é a sala de depoimentos de violência contra a mulher. A proposta é muito boa e nos faz refletir quanto a maneira com a qual criamos as mulheres e os homens da nossa sociedade, mas também requer estômago forte. Alguns relatos são incrivelmente empoderados, do tipo que trazem inspiração para continuar a luta que é viver sendo desse gênero. Mas alguns são imensamente tristes também, com histórias de mulheres oprimidas e violentadas de todas as formas por seus pais ou maridos (ou até desconhecidos, é claro). Essa sala consegue despertar nojo, ódio e revolta em qualquer um :/ Aliás, até o fim da exposição continuarão sendo recolhidos depoimentos desse tipo para serem expostos (de forma anônima ok?). Se você têm algo a contar pode mandar um e-mail para estamosemergindo@gmail.com ou entrar em contato com o número (11) 98900 - 6773 no whatsapp.   
Mas além disso tem muitas outras coisas para se ver por lá. Pedrinhas, capacetes, tintas, filmes e até porcelanas quebradas nos chamam para reflexão de algo importante como o amor ao próximo, a união e a desigualdade.
Já deu para perceber que recomendo muito a visita a ''O céu ainda é azul, você sabe''. Se você é de São Paulo, aproveita que ela vai ficar no Tomie Ohtake até dia 28 desse mês e que o ingresso é super baratinho (e é gratuito as terças ein?). Clique aqui para mais informações :)

Gravei um videozinho com mais alguns detalhes dessa mostra:


Espero que tenham gostado desse post mais cultural (Paloma também é arte monamour ☺).
 
Um beijão e até mais ♥

sexta-feira, 21 de abril de 2017

Look do dia: La valse d'Améli

No feriadão passado (o que dizer dessa chuva de feriados maravilhosa?) eu e minha turma de Publicidade fomos até Santana de Parnaíba realizar uma ação muuuito legal (que me tocou de várias formas ♥), mas não vou dar detalhes aqui porque quero deixar para falar sobre a experiência no resumo mensal do mês de Abril. Aproveitei essa visita para dar umas voltas pelo centro histórico da cidade, que eu já havia conhecido ano passado graças a escola também (tem até post sobre a primeira vez que fui lá). E minha gente, quem é de São Paulo tem que dar uma passada por Santana pelo simples motivo de o lugar parecer um cenário fofo de novela das 18! 

Se eu não me engano a região é tombada, ou seja, o poder público a declarou como patrimônio da história do país e nada ali no centro pode ser mudado. Graças a isso, dar umas voltas pelo local faz com que qualquer um se sinta em um filme antigo, faltando só uma boa trilha sonora. Aliás, talvez pelo fato de ter assistindo ''O Fabuloso Destino de Amélie Poulain'' em uma aula sobre fotografia recentemente, fiquei me lembrando de uma das músicas principais do longa enquanto caminhava por aquelas ruas: La valse d'Améli. Dai é que vem o nome do look :)
Além do museu, da feirinha, do cinema com aquela estrutura antiguinha e de outros pontos turísticos legais para se visitar, a cidade também é ótima para quem curte fotografia e quer uns cenários shows. Eu, como não poderia ser diferente, fiz uma amiga de fotografa e separei alguns clicks (dos incontáveis que tiramos) para esse look do dia. Um descrição rápida porque odeio detalhar looks: o swaeter cinza eu comprei a séculos atrás na Besni e tem um tecido bem quentinho que eu amo; a calça jeans azul escura de cintura alta (óbvio) e o cachecol cinza são de lojinhas aleatórias que não sei o nome; e esse oxford é de uma marca chamada Camomilla (e me lembra muito a fase lady like da Tay rs).
Música que dá nome ao look (é uma graça, ouçam pelase!).
Espero que tenham curtido o post!

Um beijão e se cuidem ♥

domingo, 16 de abril de 2017

O que eu tenho feito

Fico pasma comigo mesma, hoje é Páscoa e ainda estou escrevendo sobre Março. Pensei em deixar pra lá (já estamos na metade de Abril né?), mas como faz um tempão desde que fiz um resumo mensal neste blog, e como a saudade desse tipo de post estava grande, achei que valia a pena. O mês que passou foi bem peculiar, pareceu andar rápido mas ter uma quantidade maior de dias (mais alguém sentiu isso?). Sem falar que foi de uma inconstância excecional pra mim, cheio de altos e baixos. Em alguns dias eu fui extremamente feliz e em outros mal conseguia levantar da cama (a famigerada bad me pegou em alguns momentos). A escola aliás, começou a me sugar de vez (pique dementador) e muitas das minhas horas livres foram dedicadas a ela. Mas consegui retirar de Março coisas legais que fiz/ouvi/assisti e vou compartilhar com vocês hoje.
No comecinho do mês comemorei o Carnaval pela primeira vez em 17 anos. Fui a um bloquinho de rua (que de ''inho'' não tinha nada) chamado Meu Santo é Pop. De inicio eu estava bem apreensiva, já que muita gente diz que nesses blocos o assédio é pesado e a galera não sabe se divertir sem arrumar umas tretas, mas depois me apaixonei completamente. Para quem não sabe o Meu Santo é Pop é LGBT, então as gays eram a presença mais marcante lá. E olha gente, deixa eu contar uma coisa pra vocês: essa comunidade tá um nível acima de nós ein? Em nenhum momento fui assediada ou agredida de alguma forma, muito pelo contrário, chegaram até a me pedir desculpas quando recusei ficar com alguém (achei que iria morrer sem viver esse momento). Dancei, pulei e cantei muito com gente que nunca vi na vida (é maravilhoso como todo mundo se junta mesmo sem se conhecer). Além disso, a Lia Clark se apresentou (agora só falta conhecer a Gloria Groove) e as músicas que tocaram foram ÓTIMAS: de Xuxa a Lady Gaga! Esse foi definitivamente um dos dias mais loucos da minha vida. 

Fiquei muito aliviada por ter acertado em cheio na escolha de bloco e não posso deixar de recomendar que vocês vão a algum evento LGBT pelo menos uma vez na vida. Garanto que qualquer um (homo ou hétero) vai se sentir muito acolhido ♥
Assisti a Desventuras em Série e tenho que confessar pra vocês que não gostei tanto quanto imaginei que gostaria. A fotografia, a caracterização e os cenários são a coisa mais linda de se ver (só por isso já é válido conferir), mas muitos pontinhos me irritaram um pouco. Alguns ''bordões'' dos personagens são bem chatos (como quando eles explicam o significado das palavras), volta e meia a bebê Sunny Baudelaire aparece como manipulação digital (quem não odeia isso?) e os primeiros episódios são cansativos porque o enredo é exatamente o mesmo (Conde Olaf tentando levar as crianças de um bom lar). Outra coisa que me incomodou é o exagero de alguns personagens, mas isso é aceitável porque faz parte do universo lúdico da história. Creio eu que se essa série houvesse sido lançada quando era mais nova provavelmente gostaria muito, mas agora ela parece um pouco infantil pra mim. 

Alguns detalhes são legais, como a narração do Lemony Snicket, os momentos musicais e os planos que a Violet elabora. Além disso, quem leu os livros diz que essa adaptação fez o que o filme não foi capaz: satisfez os leitores. Mas para mim foi algo um pouco chato (talvez porque não tenha lido a série). Continuo gostando mais do filme e da fotografia mais Dark e menos colorida dele. Porém, confesso que vou assistir a segunda temporada por motivos de: o último episódio me deixou curiosa e NEIL PATRICK HARRIS ♥
LORDE VOLTOU MINHA GENTE! E não foi qualquer retorno não, foi com uma música que parece ser feita pra mim. Green Light me dá vontade de dar umas voltas pela cidade a noite e dançar muito ao mesmo tempo, hehe. Deem o play ai e entendam melhor o que digo.
Outra série original da Netflix para minha lista, e essa foi "consumida'' toda em um dia. Não tenho muito o que dizer de Santa Clarita Diet, porque ela é uma daquelas séries criadas não para se tornarem a favorita de alguém, mas para descansar a mente e dar algumas risadas. Sabe quando você termina de assistir a um filme muito intenso e precisa ver algo  mais leve e bobo? Então, é esse tipo de entretenimento. Nesses episódios nós conhecemos Cheila e Joel, um casal de corretores bem sucedidos que, junto com sua filha, formam a família perfeita (típica de comercial de margarina). Mas um dia, sem mais nem menos, Cheila vomita horrores (numa cena bem da nojetinha) e posteriormente passa a notar mudanças no seu corpo. Ela se sente mais ativa e cheia de vida, mas na realidade virou uma morta viva que só se satisfaz com carne humana. Desse ponto em diante passamos a acompanhar as várias situações What The Fuck que a dupla enfrenta para conseguir esse tipo de alimento. 

Essa não é uma série sobre zumbis qualquer. Nela, esses seres são ''humanizados'' e não levados tão a sério como outras obras levam. Além disso, o que tem Drew Barrymore tem muito humor e vale a pena
Sabe aqueles dias que te surpreendem de uma forma muito positiva? Os raros momentos que são nossa fuga da rotina diária e por isso se tornam tão valiosos? Vivi um deles recentemente, quando fui ao centro da minha cidade acompanhar um amigo que precisava resolver uns assuntos e na volta para casa encontramos no ônibus um amiga nossa das antigas. Eu e esses dois costumávamos ser um trio (tipo Eddie, Chelsea e Raven hehe) e quando nos reunimos ali foi uma festa só. Tivemos acessos de riso como na época em que éramos crianças e botamos os assuntos em dia. Aproveitamos para ir em uma sorveteria nova do nosso bairro (que é show) para conversar ainda mais um pouco. Notei que a vida leva as pessoas para cantos diferentes, e talvez isso seja até necessário, mas em troca ela proporciona presentes como esse. Esse dia foi tão especial que quis compartilhar aqui ♥♥
Se você me segue no Twitter ou no Instagram, já sabe que minha lista de filmes preferidos ganhou mais um título né? Gritei aos quatro cantos do mundo que estou apaixonada por Forrest Gump e ainda vou indica-lo muito. Esse longa é uma mistura de romance, drama e comédia e nos mostra a vida de Forrest, um cara não muito inteligente mas com o coração de ouro. De alguma forma, ele conseguiu participar de todos os eventos importantes de sua época e se tornar uma figura muito famosa (indo de herói de guerra a dono de uma bem sucedida rede de pescados), mas o foco mesmo é nos seus encontros e desencontros com Jenny, um amor da infância. 
Esse é um filme muito delicado e cheio de aprendizados para levar para vida toda, impossível de não tocar o coração de quem o assiste ♥                                                                                  Quando se chega no terceiro ano de um ensino técnico que te esgota até o emocional, é difícil se ver animada com algum trabalho. Vocês já sabem que eu faço Publicidade e ainda acho que essa é uma área incrível, mas talvez por já ter passado por muitos problemas e perrengues desde que iniciei o curso em 2015, sinto que é a hora de finalizar essa etapa da minha vida. Isso somada a ansiedade que eu estou de terminar o ensino médio né? Fazia um tempão desde a última vez que me senti orgulhosa de verdade de um projeto que participei, mas essa sensação voltou quando meu grupo entregou um podcast para a matéria de Audiovisual e Animação. Minha professora permitiu que escolhêssemos sobre o que queríamos falar nesse programa de rádio digital e decidimos por transsexualidade. O debate envolveu vários tópicos e muito pesquisa, além de duas entrevistas com mulheres transexuais (sendo uma delas a RENATA PERON!!). Aprendi muita coisa sobre essa comunidade e fiquei feliz por todo o conhecimento que absorvi, mas ao mesmo tempo, entendi em parte como pessoas transgênero se sentem e todo o sofrimento que essas passam. O Brasil é um dos países mais preconceituosos com aquilo que é considerado diferente e notar a forma com a qual nossa sociedade exclui as trans é extremamente triste. Precisamos urgentemente repensar a forma com a qual tratamos uns aos outros :/                                                                                        Pra finalizar a lista de séries novas que iniciei, preciso falar de uma que entrou para o meu coração: The Fosters. Comecei a assisti-la no final do ano passado, mas esqueci de mencionar aqui. Nela nós conhecemos uma família que está bem longe do conceito de tradicional. Stef e Lena são casal inter-racial de lésbicas com cinco filhos: Callie e Judy (irmãos adotados), Brandon (filho biológico de um ex relacionamento hétero de Stef) e os gêmeos Mariana e Jesus (também adotados). A história se inicia com a adoção de Callie e seu irmão, mas depois se amplia para muito além disso. Com o passar dos episódios nós começamos a acompanhar os altos e baixos dos Fosters, com um trama que sempre trata de questões importantes como racismo, sexualidade, gênero e até suicídio. Além disso, a série é muito boa em retratar a realidade de crianças adotadas e abandonadas. Mas o que mais gosto nela, além da desconstrução de vários temas tabus, é como o conceito de família é posto em debate. No nosso cotidiano é muito comum ver quem acredite que família se resume a pai, mãe e filhos, mas quem pode dizer que não existem outras formas de família ao ver o laço de amor e união que cerca os Fosters? 
Bem, espero que me perdoem por ter falado demais nesse post. E se você teve animo para ler até o final, receba minha gratidão :) Aliás, me contém nos comentários como foi o Março de vocês e sintam-se livres para me sugerir séries e filmes ok?
Um beijão e até o próximo post!

domingo, 9 de abril de 2017

Look do dia: Gravel To Tempo

Antes de qualquer coisa, preciso dizer: MEU, QUE SAUDADES DE ESCREVER AQUI. O tempo anda curto e tem se tornado cada vez mais raro direcionar minha escrita para algo que não seja um trabalho escolar. Meus dias, tardes e noites começaram a ser consumidos de vez apenas por a escola e, mesmo com uma pilha enorme de atividades pra fazer, resolvi que teria post novo nesse blog hoje. Por que afinal, se eu não respirar um pouco, me sufoco e tenho uns surtos. Não sei como a pressão reage em vocês, mas em mim é dessa forma. Enfim, só queria deixar registrado que quanto mais a vida se torna corrida, mais idéias para posts vão se acumulando em listinhas. Irônico né? Em outras ocasiões eu teria um bloqueio criativo. Mas minha relação com o tempo nunca foi muito boa mesmo. 

Bem, já vou me desculpando com vocês, porque talvez esse seja o look do dia mais sem produção da história. Eu e um amigo fomos ao shopping uns dias atrás e, como somos leoninos egocêntricos demais, não podíamos deixar de fazer uma das nossas sessões de fotos. Atrapalhamos a passagem dos carros no estacionamento mesmo (até chamarem nossa atenção) e fizemos alguns clicks. A qualidade das imagens está bem baixa, mas gosto delas, talvez por as lembranças que me trazem, talvez porque gosto desse look do dia meio Britney Spears e Justin Timberlake no AMA em 2001.
Esse croped tem alguns séculos e deve ter aparecido por aqui em um post de comprinhas do começo do GI. O encontrei em uns cabides escondidos da C&A se não me engano, e paguei só 10 reais (minha mãe odeia essa peça profundamente). Ele é bem soltinho, como dá pra reparar, e tem um tecido meio transparente. A estampa é de uma música chamada Lithium do Nirvana (que eu não conhecia quando comprei). Já a calça jeans de cintura alta e a camiseta jeans claro já tem quase vida própria e não me lembro de onde são. Ah, e como deu pra notar, virei uma das adeptas a moda do tênis branco né? 
O nome do look vem de uma música que descobri recentemente e me apaixonei ♥ Ela é bem ''vibes'' (do jeitinho que eu gosto) e recomendo muito que vocês ouçam.
Fico devendo umas fotos com mais qualidade pra vocês, mas espero que tenham gostado mesmo assim. 

Um beijão e até o próximo post ♥

segunda-feira, 13 de março de 2017

5 mulheres que me inspiram

Quarta-feira passada foi o dia internacional da mulher e apesar de ainda não termos todos os motivos que gostaríamos para comemorar, esse é um bom momento para relembrar a luta que necessita ser vivida por todas nós para que no futuro o 8 de Março seja realmente celebrado. Queria muito ter escrito algo sobre esse data, mas a semana que passou foi um pouco corrida e acabei não tendo tempo. Porém, como sempre é momento de falar sobre Girl Power aqui no blog, decidi que hoje conversaria com vocês sobre aquelas que são algumas das minhas maiores inspirações e modelos de força feminina. O que não me faltam são referências, algumas são do cinema, outras da literatura, umas vivem perto de mim e outras eu nunca conheci. Mas como não posso falar de todas listei 5 mulheres fodas que vocês provavelmente conhecem.
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Emma Watson
Sou apaixonada por essa mulher desde que conheci a Hermione Granger. A bruxa estava sempre salvando os amigos, bolando os melhores planos e se destacando entre os alunos de Hogwarts. Na minha infância eram poucas as personagens fortes que apareciam nos filmes juvenis e me deparar com uma garota tão inteligente fez com que eu quisesse me parecer com ela. Hoje tanto eu quanto a Emma crescemos, mas continuo querendo me parecer pelo menos um pouquinho com a atriz. Mais do que nunca esse ser humano maravilhoso se tornou uma das maiores inspirações da minha vida, assim como da vida de outras milhares de garotas pelo mundo todo. É incrível saber que as meninas tem um modelo tão brilhante para se espelhar e acho que isso vai servir e muito para formar uma geração de mulheres ainda mais fortes e cientes de seus direitos no futuro.
A Emma é embaixadora da boa vontade na agência ONU Mulheres e está sempre dando discursos feministas incríveis que motivam ainda mais qualquer mana que lute pelo movimento. Foi ela a responsável por lançar a campanha HeForShe, que incentiva homens e meninos a se envolverem na remoção das barreiras sociais e culturais que sustentam a desigualdade de gêneros. E como se não fosse bastante, a mulher ainda criou um clube do livro que propõe a leitura de uma obra feminista por mês (vocês com certeza já ouviram falar que ela esconde alguns destes livros pelo metrô de Londres).
Aliás, também amo o fato de ela ter cursado a faculdade, mesmo já tendo uma carreira e dinheiro o suficiente pra se manter pelo resto da vida. Emma fez literatura inglesa na universidade Brown ♥
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Malala Yousafzai 

A Malala Yousafzai é outro simbolo de inteligência e luta que as meninas de hoje em dia devem adotar para si. Ela foi baleada na cabeça aos 15 anos de idade por talibãs que não aceitavam o simples fato desta frequentar a escola e escrever um blog onde falava sobre a dificuldade que as meninas encontravam (e continuam encontrando) para estudar no Paquistão, mas a garota  sobreviveu e hoje dedica sua vida a luta pelo direito a educação de qualquer jovem. 

É surreal pensar que ainda existem mulheres privadas de um dos direitos mais básicos existentes, mas ao mesmo tempo é incrível ver que existem no mundo pessoas que não se deixam abater por o medo, como a Malala. Hoje a jovem não só tem uma biografia lançada (que eu estou aceitando de presente) e uma série de troféus (incluindo o Nobel da Paz), mas uma voz para falar por aqueles que são silenciados. 
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Jout Jout

Já falei do canal da Jout Jout aqui no blog antes, mas acho que essa moça dispensa apresentações né? O que eu mais amo na Júlia é a forma descontraída, porém séria e muito verdadeira, com a qual ela fala. Assistir um vídeo seu é como conversar com uma amiga intima: inspirador e próximo da minha realidade.

A youtuber é uma grande ''destabulização das coisas'', em suas próprias palavras. Muitos de seus videos me abriram os olhos para questões importantes como o ''não tira o batom vermelho'' e o maravilhoso ''vamos fazer um escândalo'' (me arrepiaram todos os pelos do corpo). E uma frase maravilhosa que eu li em uma entrevista sua diz: se você falar com simplicidade de qualquer coisa dá pra ver o quão simples ela pode realmente ser. Pronto, definiu o canal todinho.

Quem quiser entender algumas questões do feminismo de uma forma bem de boas é só se inscrever lá clicando aqui. Aliás, você também vai aprender mais um monte de coisas que vão tornar a sua vida muito melhor, garanto! ♥
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Beyoncé

Para mim é complicado falar sobre qualquer coisa que eu ame muito, então é complicado falar da Beyoncé. E quem não é apaixonado por essa mulher né? Uma mistura de beleza, vozeirão e baldes de talento que deveria estar no coração de todo ser humano. Mas bem, não são esses fatores que me fazem ama-la (não só eles, quero dizer). De uns tempos pra cá a Bey tem usado cada vez mais a sua enorme visibilidade para aumentar a voz do feminismo, mas suas músicas já falavam sobre as mulheres independentes e fortes que existem no mundo a um tempão. Desde Independent Woman, da época do Destiny's Child, e de Irreplaceable lançado em 2006, Queen Bee canta sobre como as garotas não são seres frágeis e fracos.

Acho que nunca serei capaz de superar sua apresentação no VMA de 2014, onde a palavra feminista brilhou ao fundo e as falas da escritora nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie sobre desigualdade de gênero ficaram bem calaras para todos. Muitos dizem que Beyoncé não é feminista de verdade pois não havia se declarado assim no começo da carreira, mas eu acredito que qualquer pessoa que leve o nome de um movimento tão importante a um evento do porte do VMA acredita e pertence a ele.

Enfim, como a própria rainha diz: ''Who run this mutha? Girls!''.
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Karol Conka 

Ano passado eu fui a um show do NX Zero e em algum momento o Di Ferrero anunciou a participação de uma cantora chamada Karol Conka. O nome era familiar, mas a música que aquela mulher maravilhosa de cabelos rosa cantava eu não conhecia. Os versos diziam ''seu discurso não convence só lamento'' e de cara já amei o som. Quando cheguei em casa joguei o nome no Youtube e descobri aqueles que seriam alguns dos hinos da minha vida. Hoje tem uma fotinho da Karol colada no meu mural, junto com outras inspirações que me fazem querer ser uma mulher forte também.

Essa pessoa que hoje tomba pakas, já foi alvo de muito preconceito na infância, mas deu a volta por cima de tudo isso e atualmente é simbolo de empoderamento e luta contra o racismo. Se você não conhece o trabalho da Karol, precisa procurara agora ''Tombei'' e ''É o Poder'', essa são só as minhas preferidas, mas toda música dela é um hino contra o machismo.

Me contem quais são as mulheres referência em poder feminino que inspiram vocês!

Beijão ♥

domingo, 12 de março de 2017

Playlist de Março!

Hey pessoal! Tudo bom com vocês? Eu ainda tô viva, só estou meio sumida aqui do blog por motivos de:as aulas voltaram e não estou sabendo conciliar a escola com qualquer outra coisa. Manter um cronograma certinho para dar conta de tudo é mais difícil do que eu imaginava e ser um ser humano organizado e produtivo também. Em muitos dias até me sobra um tempo livre, mas e a disposição, cadê?! Enfim, estou tentando me manter ativa pelo menos nas redes sociais. E se você quiser saber um pouco sobre o que está acontecendo comigo enquanto esse blog acumula poeira, é só me seguir no Instagram ou no Twitter, porque eu tô sempre por lá (as redes estão na sidebar).

Resolvi montar uma playlist pra compartilhar minhas descobertas com vocês, e notei que ultimamente a maioria das músicas que escuto vem da rádio. O que me deixa meio chateada, já que tento sempre fugir do comum e conhecer sons diferentes, para não permanecer nessa caixinha de batidas genéricas. Então, provavelmente, você já ouviu alguns nomes que estão aqui nessa lista, mas mesmo assim as recomendo. Alias, para manter uma ordem que geralmente não aparece nas minha playlists loucas, resolvi organizar das mais agitas até as músicas mais calmas. 

O começo é embalado pelo carnaval e tem Gloria Groove (minha drag preferida) e Pabllo Vittar para mexer muito o bumbum. Depois a gente acalma um pouco e para pra admirar a beleza do meu crush musical do momento, Shawn Mendes. E fecha com um sonzinho bem de boa, vindo da trilha sonora de Submarine ok? hehe. Chega de enrolação e da o play ai!
Gloria Groove - Dona
Aretuza Lovi - Catuaba ft. Gloria Groove
Pabllo Vittar - Todo Dia
Pabllo Vittar feat Mateus Carrilho - Corpo Sensual
Pabllo Vittar - Nêga
Ed Sheeran - Shape Of You
Alok, Bruno Martini feat. Zeeba - Hear Me Now 
Zayn feat Taylor Swift - I Don’t Wanna Live Forever 
Charlie Puth feat Selena Gomez - We Don't Talk Anymore 
Vance Joy - Riptide
Milky Chance - Stolen Dance
Of Monsters And Men - Little Talks
Red Hot Chili Peppers - Dani California
Shawn Mendes - Treat You Better
Shawn Mendes - Mercy
Lana Del Rey - Love
Lady Gaga - Million Reasons
Alex Turner - Stuck On The Puzzle
Alex Turner - Piledriver Waltz
Alex Turner - Hiding Tonight

Espero que tenham gostado!

Um beijão ♥