segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Sobre os últimos dias

Hey! Tudo bom com vocês? Se lembram dessa pessoinha aqui? Voltei depois de séculos sem blogar (mesmo depois de prometer a mim mesma que a frequência de posts se tornaria pelo mais aceitável), mas dessa vez tenho desculpas bem plausíveis. As últimas semanas foram, provavelmente, as mais insanamente corridas que tive na minha vida. Isso devido a diversos fatorezinhos (ô mania chata de por as palavras no diminutivo), sendo o maior deles o tão temido e odiado Trabalho de Conclusão de Curso. Em algumas semanas não parei em casa, em alguns dias tinha certeza de que meu sono jamais seria posto em dia novamente, mas olha só, sobrevivi e pirei menos do que esperava; e hoje vou contar pra vocês um pouquinho do que rolou de mais legal no meu período de desaparecimento (porque os perrengues a gente esconde né?). Agora chega de enrolar nessa introdução, porque esse post vai ser grande, com toda a certeza (espero que você tenha paciência para lê-lo).  

Sei que o último post aqui do blog foi sobre isso, mas como esse é um resumo do que fiz de mais legal nas últimas semanas, não vou deixar de citar de novo. Fui visitar a Casa das Rosas em um dos últimos feriados que tivemos e, apesar de não me apaixonar completamente por o lugar, consegui uns clicks maravilhosos por lá e ainda continuo recomendando a visita. Falei sobre esse ponto turístico de SP aqui e se você quiser ir até lá deveria dar uma olhada nele :)
Provavelmente eu já falei aqui (por motivos de adorar reclamar dessa área da minha vida) que quando você chega em um terceiro ano de curso técnico integrado ao médio, que consome do seu tempo á sua alma com 18 matérias e muitas tretas, fica um tanto quanto complicado ter ânimo para qualquer coisa vinda da escola, mas olha, não vou negar, volta e meia surge algo que me surpreende. Foi esse o caso de um trabalho pra a matéria de Direção de Arte que fiz recentemente. A premissa era bem simples, criar peças para a campanha de um produto escolhido por nós mesmos, e eu e minha dupla escolhemos algo que não poderia ser mais a nossa cara: a Instax Mini da Polaroid. Por amar fotografia e achar o estilo vintage dessa câmera a coisa mais fofa, logo me empolguei. Então gravamos um comercial e fotografamos lá na Liberdade e na Av.Paulista (não tô falando que é a minha cara?!) e eu estou louca pra mostrar pra vocês o resultado disso tudo. Pretendo fazer um post falando sobre a a minha experiência cursando Publicidade por três anos e com certeza vou colocar os anúncios criados para a Polaroid lá ♥

Obs: foi extremamente cansativo passar o dia fotografando e gravando para esse trabalho sob um sol de rachar o coco (nem tudo são flores).
Também peguei um dia livre para ir ao cinema junto com uma galera assistir IT: A Coisa e gente, QUE FILME EIN?! Não vou dizer pra vocês que tive medo de verdade em alguma cena, o máximo que um fã de filmes de terror vai ficar assistindo ao filme é tenso, mas mesmo assim me apaixonei pelo longa. A qualidade de caracterização, fotografia, trilha sonora (ênfase nesse quesito) e atuação é incrível! Recomendo muito que vocês vejam esse remake e preciso comentar que achei ele bem vibes Stranger Things, com personagens que me lembraram muito os da série e uma lição de moral meio "união e amizade vencem o mal" sabe? hahah. 
Arrependida e culpada fiquei por não dar a atenção devida a Perfect Places quando esta foi lançada (aliás, olha Lorde de novo aqui nos meus resumos mensais). A canção é a minha cara de um jeito que nem sei explicar, mas sei dizer que a Lorde consegue me descrever nas músicas dela e eu raramente falo isso de algum artista. O ritmo da música é bem vibes (meu termo preferido), a letra é maravilhosa (eu exijo que confiram ela aqui) e a fotografia do clipe é lindíssima! Apenas assistam ♥
Vale aqui uma menção aquela fase da vida em que você começa a ser convidada para várias festinhas/eventos de 18 anos. Esse registro ai (com meu squad favorito) é do dia em que arrasei dançado forró e fazendo cover da Pabllo Vittar. 
Outro filme que vi no cinema nos últimos dias foi Mãe!, do diretor Darren Aronofsky, responsável por Cisne Negro e Noé. Ele conta com a Jennifer Lawrence e o Javier Bardem brilhando nos papéis principais, mas meus amores, eu garanto que Jennifer é responsável por a maioria dos sentimentos despertados em quem vê o longa (a indiquem ao Oscar mais uma vez, eu peço!). E que longa ein?! Podeira dizer que ele têm um pouco dos outros filmes do diretor que citei aqui, mas ele é muito mais do que isso. Mãe! é assustador, te faz sentir mal consigo mesmo e com a humanidade, conta com cenas perturbadoras que causam uma angústia de travar a garganta de quem consegue entender a metáfora presente ali. Aliás, talvez o grande motivo de as críticas desse filme serem tão mistas seja esse: Mãe! exige que você se esforce para entender a história, do começo ao fim, ele não vai te entregar nada de mão beijada. A quem diga que o amou (como eu) e quem diga que ele é absolutamente entediante. Sobre esse segundo tipo de pessoa eu garanto: está acostumada a receber histórias de compreensão fácil demais. 

Eu quero muito que todos que conheço assistam a esse filme, e vou dar uma dica pra que você saiba mais o menos o que está por vir: Mãe! é uma alegoria para histórias bibicas, mas está longe de ser um filme religioso. 
Momento diquinha: encontrei em uma sessão esquecida do Carrefour esse suco da Campo Largo e achei a embalagem tão fofinha que resolvi comprar (sou dessas). Ele é uma mistura de maçã e tangerina, e é completamente natural, o que o torna bem azedinho. Se você curte abrir mão daquela coca sagrada de vez em quando, eu recomendo que experimente ele, que custa no máximo uns três reais. 
Como não tive tempo pra nada nas últimas semanas, não pude colocar minhas séries em dia e estava me recusando a assistir qualquer coisa nova, já que devido a correria eu provavelmente a largaria pela metade, até que conheci The Good Place por indicação de uma amiga. A série está na segunda temporada e os episódios são bem rápidos, por isso vale a pena assistir se você estiver sem tempo. Ela me ganhou logo no primeiro ep por ser super leve e descontraída, com personagens pelos quais até adquiri apego emocional, e com a Kristen Bell, que eu adoro!

The Good Place conta a história de Eleanor, mulher que morre e vai parar no céu por acidente, já que era uma pessoa da pior espécie na terra (creio que não é spoiler já que a gente fica sabendo disso no comecinho da série). Mas o céu não é nada parecido com o lugar em que a gente ouve falar desde criança, na verdade ele é denominado Lugar Bom e é basicamente o bairro dos sonhos de todo mundo. O sistema de seleção para entrar nesse paraíso é bem racional também, baseado em uma pontuação que você adquire com cada ato seu. Recomendo muito que vejam essa pérola que sempre me faz rir (adianto que o fim da primeira temporada tem um super plot twist). 
aaaaaa ♥
Para finalizar vamos ao motivo, já citado, do meu sumiço aqui do blog e de todas as outras redes sociais: TCC. Sim, o terror de todo mundo que passa pela faculdade eu vivi logo no ensino médio. Acontece que o pessoal que estuda no instituto técnico da minha cidade precisa passar por essa conclusão, independente do curso, e o terceirão acaba sendo dedicado em sua grande parte a esse trabalho gigante. Nele nós colocamos em prática todo o conhecimento adquirido por meio das matérias técnicas ao longo dos três anos de ensino médio e montamos uma campanha publicitária inteirinha para um produto escolhido por a agência, também criada por nós. Minha agência é a Tsuru e nosso produto foi o Café Leão. Criamos peças para televisão, redes sociais, relógio de rua, revista... Além de montarmos toda a verba gasta com tais coisas e uma monografia gingante. Foi desesperador, foi divertido e foi um aprendizado enorme, tudo ao mesmo tempo. Planejo falar sobre esse job com mais alguns detalhes em breve, mas agora que já passei por isso, só preciso de um descanso dessa loucura. 

Alguém ai ainda? hahah. Espero que tenha curtido o post!

Um beijão e até a próxima <3

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