segunda-feira, 14 de maio de 2018

O que eu tenho feito

Em março e abril não rolaram resumões aqui no GI, pelo mesmo motivo que me leva a não o atualizar com frequência: falta de tempo gerada por a minha própria confusão. Sabe quando você tem algo pra fazer e adia? E ai surge outra tarefa e você adia de novo? Uma hora ou outra essas pendências se unem e tentam te devorar viva, e é com isso que estou tendo que lidar no momento (e em todas as áreas da minha vida rs). Para não enlouquecer e tirar um tempinho para fazer as coisas que gosto, resolvi vir aqui contar pra você o que fiz/assisti/ouvi enquanto estive sumida. Não que os últimos meses tenham sido de completa empolgação e dias fora da rotina, muito pelo contrário, mas acho que algumas coisinhas são legais de compartilhar :)

Para começar esse resumão vou indicar um rolê (como não poderia faltar) pra reunir a galera e pagar bem pouquinho (a do ro!). No começo de março uma amiga minha fez aniversário e de última hora nós procuramos um lugar para comemorar, eu nunca tinha ido em um boliche e achei a ideia muito boa! O lugar que escolhemos se chama Cia do Boliche e eu recomendo demais pra quem é de São Paulo (me refiro ao estado, não cidade rs). O ambiente é maravilhoso, com luzes neon, música agitada e lugar para comer e beber. Eles também têm um cardápio com vários drinks pra quem se interessa (dá pra confundir com uma balada fácil hehe). Me diverti horrores nesse dia e paguei no máximo uns 25 reais, ou seja, vale MUITO a pena! O preço vária de acordo com a quantidade de pessoas do grupo (no dia fomos em seis) e o tempo na pista é de uma hora; talvez pareça pouco, mas vai por mim, dá pra jogar até cansar (e o braço começar a doer rs). Não sei se esse boliche em especifico tem mais unidades por ai, mas aqui está o endereço do que eu fui pra quem se interessar.
A Old Taylor não tá morta gente! Fiquei surpresa com a fofura dela em Delicated, já que esperava que tudo na era Reputation tivesse um ar mais dark (e cheio de shade né). Amei o vídeo em um nível que mal posso explicar. A fotografia, os figurinos, a história por trás, tudo está lindo! E, aliás, o clipe foi o responsável por me fazer começar a amar a música, que eu já tinha ouvido, mas não estava entre as minhas favoritas do álbum. No momento ela é a que mais toca no meu Spotify!
Algum um tempo atrás eu vi o trailer de Love, Simon e logo percebi que ele era um dos meus tipos favoritos de filme: despretensioso, mas com alguma mensagem por trás. Tive certeza que precisava assisti-lo, ainda mais depois que vi que ele era dos mesmos produtores de A Culpa é das Estrelas e Cidades de Papel, dois dos meus filmes favoritos da vida (me julgue). Não me arrependi nenhum pouquinho do dinheiro dado no ingresso! Apesar de ele não ter entrado pra minha lista de favs, eu gostei muito! Esse é um filme repleto de amor, muito delicado e cheio de mensagens importantes. Além do mais, acho que ele foge do clichê, já que a família do protagonista é super de boas, o que pega mesmo é o que o Simon pensa sobre si mesmo, o que torna a história toda mais real e faz com que quem assiste se identifique rapidinho com o garoto. Ah, se você não tá entendendo nada do que eu digo da uma olhadinha no trailer:                                   
Acho que ele ainda está em cartaz, então eu recomendo que corram até os cinemas pra ver! E só pra tentar te convencer de vez, a trilha sonora desse longa é linda também (tem uma das melhores músicas do mundo, Wings). Em breve tem resenha dele aqui ;)
Outra música que queria indicar e que deveria ter muito mais reproduções do que tem: Bonsai, do Supercombo! Cara, essa banda é incrível! Sei que não é novidade, mas digo mesmo assim. Essa música reflete a vibe boa que eles têm e sempre me deixa felizinha! Quer começar seu dia da melhor forma? Experimenta ouvir esse som logo pela manhã (tiro e queda).
Umas semanas atrás eu e alguns amigos marcamos de ir a um parque, o dia estava péssimo, mas mesmo assim fomos, chegamos lá e o que acontece? Nada mais nada menos que um dilúvio. Checamos nossas opções para o plano B, fomos parar na Paulista, mas deixa eu te contar uma coisa, não tem muito pra se ver/fazer na Paulista em um dia de chuva forte. Depois de muito rodar decidimos voltar pra casa, mas antes disso passamos no prédio da Fiesp para usar o banheiro e com o que esbarramos? Com uma exposição FODA desse artista chamado Rafael Silveira (eu poderia ter ido direto ao ponto? Claro que sim). Sabe esses acasos felizes, que são raros, mas quando acontecem são maravilhosos? Então! Tô muito feliz por ter conhecido o trabalho desse paraense. As obras dele são meio surrealistas e repletas de cor, mas eu também poderia descrevê-las simplesmente como loucas (meu tipo preferido de arte ♥). O ambiente em que a exposição foi montada estava lindo, eu queria muito que vocês fossem até lá pra ver, mas a esperta aqui deixou pra escrever depois que ela saiu do prédio. Então eu vou deixar o site do Rafael aqui, pra que vocês possam conhecer o trabalho dele e ficarem atentos quanto às próximas exposições. Não é inspirador ver gente criativa e talentosa assim?
Saindo de algo muito bom para algo não tão bom assim, apresento a vocês Riverdale. Okay, acho que todo mundo já ouviu falar dessa série né? Já não é mais novidade, além do mais ela entrou para o catálogo da Netflix esse ano. Enfim, sempre quis assistir Riverdale, fazia séculos que eu não acompanhava algo com uma temática teen, o que eu sempre curti muito (guilty pleasure), então quando descobri que daria pra assistir nesse streaming, já preparei a pipoca. Me decepcionei? Muito. A série não tem os melhores atores, os melhores diálogos e muito menos o melhor roteiro, além do mais os personagens forçam a barra às vezes. Deixei de assistir? Não. Apesar de vários defeitinhos que você percebe com um análise leve (a critíca cof cof), a série tem mistérios que te deixam cada vez mais curioso e os episódios se tornam um vício! Na primeira temporada precisamos descobrir quem matou Jason Blossom, um dos garotos mais populares da escola. Sei que parece bobo, e de fato é, mas a série consegue matar aquela sede de suspense que temos às vezes. Tô na segunda temporada e quero adiantar que a história está bem melhor, mas dessa vez não vou recomendar, fica a critério de vocês darem ou não uma chance a Riverdale.
Por fim, mas não menos importante: cortei o cabelo de novo. É muito louco pensar que alguns meses atrás ele quase batia na minha cintura e agora não suporto a ideia de ele passar do meu ombro. Também é estranho reparar que eu não dou mais a mínima para cabelos longos. Não que eu não ache lindo, mas deixei de associar feminilidade a isso, além do mais, também abri mão da ideia de que determinados cortes combinam mais com certos tipos de rostos. Me sinto mais bonita e livre agora; e amo a versatilidade do meu corte: long bob!
Alguma recomendação de lugar, série, música e outros afins que eu deva conhecer? Me fala nos comentários, eu vou adorar saber.
Espero que tenham curtido esse post e, principalmente, tenham tido paciência para chegar até o final dele (sei que sempre falo demais).
Nós nos vemos em breve. Um beijão ♥

2 comentários:

  1. Não conhecia o filme, vou ver já o trailer!!

    Novo post: http://abpmartinsdreamwithme.blogspot.pt/2018/05/globos-de-ouro-2018-as-minhas-escolhas.html

    Beijinhos ♥

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